Era uma vez no sertão do Paraná: Londrina no cinema.
Orgulhar-se de nosso passado é uma forma de honrar os mortos e dignificar os vivos.
Fomos ensinados desde pequenos a escutar as estórias que começavam com um ‘era uma vez’. Passamos, pouco a pouco, a cultuar a memória de nossos antepassados porque foram eles que nos trouxeram até aqui. E nós nos orgulhamos deles. Passamos a cultuar as estórias, os ditos populares, contadas de geração em geração. Passamos a cultuar as nossas origens porque honrar os mortos dignifica os vivos.
Cuidado com os pedagogos que ensinam a odiar a si mesmo e aos outros.
Odiar a si mesmo é uma espécie de suicídio moral, nascido do ressentimento daquele que somos. Odiar a si mesmo é uma utopia aniquiladora. É preciso se odiar muito ao ponto de culpar o passado pelo que somos e nos tornamos.